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18/11/2015

O cuidado com a dengue deve começar antes das chuvas!

Transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, a dengue é uma doença viral que se espalha rapidamente no mundo. A ação mais simples para prevenção da dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução.

A regra básica é não deixar a água parada em qualquer tipo de recipiente. Como a proliferação do mosquito da dengue é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Para se ter uma ideia, em 30 a 35 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas. Com a chegada das chuvas de verão, típicas em boa parte do Brasil, é importante começar a prevenção o quanto antes.

Então, a dica é manter recipientes, como caixas d’água, barris, tambores, tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como: vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.

Faça uma busca por estes tipos de recipientes. É muito importante que eles sejam eliminados. Confira algumas orientações que ajudam a prevenir a dengue.

• Cuidados com o jardim e quintal
Local: Pratinhos de vasos com plantas
Ação: Elimine os pratinhos de vasos

Local: Plantas em água para enraizar
Ação: Manter a boca do recipiente protegida por algodão, papel alumínio, tecido, etc.

Local: Bromélias ou plantas que acumulam água
Ação: Lavar com mangueira em jatos fortes 2 vezes por semana, para sempre retirar a água que estava acumulada e pode conter larvas do mosquito

Local: Ocos das árvores, bambus
Ação: Preencher com serragem, cimento ou areia

Local: Muros com cacos de vidro
Ação: Preencher com massa ou areia.

• Depósitos e lixeiras
Local: Lixeiras externas
Ação: Fazer furos na parte inferior.

Local: Lixo doméstico
Ação: Manter o lixo ensacado e o recipiente tampado.

Local: Pneus usados
Ação: Furar e encaminhar para a reciclagem sempre que possível; se utilizados como brinquedos infantis faça um furo na parte inferior; se ainda utilizáveis guardá-los secos e cobertos.

Local: Vasilhame a ser descartado (casca de coco, latas de refrigerantes, copo plástico), garrafas, embalagens, etc.
Ação: Furar, amassar, cortar, picar, etc. de maneira que não se transformem em recipientes nos locais finais de depósito.

• Animais Domésticos
Local: Aquários para peixes
Ação: Mantê-los limpos e tampados ou telados e, se possível, criar uma espécie larvófoga (que se alimenta de larvas)

Local: Cães, gatos, passarinhos
Ação: Diminuir o número de bebedouros, escová-los quando trocar a água.

• No Banheiro
Local: Caixas de descarga, vasos sanitários e ralos com pouco uso
Ação: Mantê-los sempre bem limpos e jogar água com água sanitária duas vezes por semana.

É bom lembrar que o ovo do mosquito da dengue pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado o ovo estiver seco. Caso a área receba água novamente, o ovo ficará ativo e pode atingir a fase adulta em um espaço de tempo entre 2 e 3 dias. Por isso é importante eliminar água e lavar os recipientes com água e sabão.


Dengue quadro

O Brasil registrou 587,8 mil casos de dengue e 405 óbitos em 2014, de acordo com balanço do Ministério da Saúde. Há suspeita de dengue em casos de doença febril aguda com duração de até 7 dias e que se apresente acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, dores nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo.

O vírus da dengue pode se apresentar de quatro formas diferentes, que vai desde a forma inaparente, em que não há sintomas, até quadros de hemorragia, que podem levar o doente ao choque e ao óbito.

 

Fonte: http://www.blog.saude.gov.br/

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